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A arquitetura BYOC da groundcover muda o jogo. Veja como evitar sustos na conta da nuvem ao escalar IA. Entenda como o modelo de precificação por host protege seu orçamento contra o volume explosivo de dados gerados por agentes de IA

A arquitetura BYOC da groundcover muda o jogo. Veja como evitar sustos na conta da nuvem ao escalar IA

Sua empresa está pronta para o custo da observabilidade de IA? Descubra como a arquitetura BYOC da groundcover permite manter o contexto total sem o bill shock das plataformas tradicionais, priorizando a infraestrutura em vez do volume de ingestão.

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A explosão de dados gerada por sistemas de inteligência artificial está criando um dilema caro para gestores de TI: como manter a visibilidade total sem que a conta da nuvem saia do controle? A startup groundcover propõe uma mudança de paradigma na arquitetura de observabilidade para resolver justamente esse problema. (source)

O fim da cobrança por volume de dados

Tradicionalmente, plataformas de observabilidade cobram pelo volume de telemetria ingerida. No contexto da IA, onde agentes autônomos executam fluxos complexos e geram uma quantidade massiva de logs e métricas, esse modelo se torna um gargalo. Muitas empresas acabam limitando ou amostrando dados para economizar, perdendo o contexto essencial para depurar falhas em sistemas críticos.

A groundcover ataca essa dor com uma arquitetura BYOC (Bring Your Own Cloud). Em vez de enviar seus dados para a infraestrutura do fornecedor, o plano de dados roda dentro da sua própria conta de nuvem (VPC). Isso traz duas vantagens imediatas para o seu planejamento:

  • Residência de dados: A telemetria permanece no seu ambiente, facilitando a conformidade com a LGPD.
  • Previsibilidade de custos: O licenciamento é desacoplado do volume de ingestão.

Precificação baseada em infraestrutura, não em logs

O diferencial estratégico da empresa reside em como ela cobra. Como o cliente já paga pela infraestrutura de nuvem onde os dados residem, a groundcover cobra principalmente pelo número de nós ou hosts monitorados. Como disse o CEO Shahar Azulay:

"Não precificamos pelo volume de dados. Precificamos pelo tamanho da infraestrutura."

Para operações com alta densidade de telemetria — como clusters Kubernetes rodando cargas pesadas de IA — essa mudança significa que você pode reter telemetria completa para auditoria e análise sem medo de surpresas na fatura mensal. O modelo alinha o custo da observabilidade ao planejamento de capacidade da sua infraestrutura, e não ao comportamento variável dos seus agentes de IA.

Tecnologia e o futuro dos agentes autônomos

Para viabilizar essa arquitetura, a plataforma utiliza eBPF, uma tecnologia de kernel do Linux que permite observar o tráfego de rede e chamadas de sistema com mínima alteração de código. Isso acelera a implantação e garante uma cobertura profunda, da infraestrutura até as cargas de trabalho de IA.

Além disso, a empresa introduziu o Agent Mode, que permite investigar incidentes usando linguagem natural. O objetivo a longo prazo é que a própria observabilidade sirva como um mecanismo de feedback para agentes de codificação, ajudando a IA a escrever códigos melhores com base no que realmente aconteceu em produção.

Veredito: Quando vale a pena mudar?

A escolha entre o modelo tradicional SaaS e o BYOC da groundcover depende da maturidade e do perfil da sua carga de trabalho:

  1. Se você tem cargas de IA de alta densidade: O modelo BYOC é extremamente vantajoso, pois permite manter o contexto total sem o risco de bill shock.
  2. Se você possui uma infraestrutura leve: As plataformas tradicionais de SaaS podem ainda ser mais simples de gerenciar inicialmente.
  3. Se a conformidade de dados é prioritária: A arquitetura BYOC é a escolha certa para garantir que a telemetria nunca saia do seu perímetro de segurança.

Se sua equipe está começando a escalar agentes de IA agora, vale a pena avaliar o modelo BYOC antes de assinar contratos de ingestão de dados de longo prazo. Leia também: A SAP report shows AI's shift to execution. See how to secure your data before scaling.

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